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Vídeo; ativista conservador aliado de Trump, Charlie Kirk, é morto em atentado nos EUA

O líder conservador de 31 anos foi assassinado a tiros durante um evento na Universidade Utah Valley; caso gera repercussão mundial e tributos de líderes políticos.

O ativista norte-americano Charlie Kirk, de 31 anos, aliado próximo do ex-presidente Donald Trump, morreu nesta quarta-feira (10) após ser baleado no pescoço durante um evento na Universidade Utah Valley (UVU), nos Estados Unidos. O atentado, que está sendo investigado pelo FBI, provocou forte comoção dentro e fora do país.

De acordo com a instituição, Kirk participava de uma sessão de perguntas e respostas quando os disparos foram ouvidos, vindos de um prédio próximo. Ele caiu imediatamente, sangrando pelo pescoço, e foi retirado pela equipe de segurança. Um vídeo registrou a cena, mostrando o pânico que tomou conta da plateia.

Políticos republicanos reagiram prontamente. O senador JD Vance e o governador de Utah, Spencer Cox, lamentaram o episódio e pediram orações. Donald Trump classificou Kirk como “lendário” e, em homenagem, determinou que “todas as bandeiras americanas nos Estados Unidos sejam hasteadas a meio mastro até domingo à noite, às 18h”.

O atual presidente Joe Biden também se manifestou, condenando o atentado: “Não há lugar em nosso país para esse tipo de violência. Ela precisa acabar agora. Jill e eu estamos rezando pela família e pelos entes queridos de Charlie Kirk”, afirmou.

A repercussão ultrapassou as fronteiras dos EUA. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, destacou a proximidade que tinha com o ativista e afirmou: “Charlie Kirk foi assassinado por falar a verdade e defender a liberdade. Um amigo fervoroso de Israel, ele combateu as mentiras e defendeu a civilização judaico-cristã. Falei com ele há apenas duas semanas e o convidei para visitar Israel, mas infelizmente isso não acontecerá. Perdemos um ser humano incrível. Seu orgulho sem limites pelos Estados Unidos e sua valente crença na liberdade de expressão deixarão um impacto duradouro.”

Testemunhas relataram que um homem idoso, de cabelos brancos, teria sido conduzido pela polícia como suspeito. No entanto, a universidade informou que não há ninguém sob custódia e que o autor dos disparos segue foragido.

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