A advogada da família dos irmãos desaparecidos no Maranhão informou que a Interpol ofereceu ajuda às buscas
O caso do desaparecimento em Bacabal, no Maranhão, dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, já completou 8 meses e pode ter ganhando um novo desdobramento. Segundo a advogada da família, a Interpol ofereceu apoio às buscas, o que pode auxiliar caso surjam pistas de que os irmãos estejam fora do Brasil. Recentemente, o Serviço de Delegados dos Estados Unidos (USMS) localizou 163 crianças desaparecidas ou em situação de risco em Ohio, nos Estados Unidos, durante a Operação Meridian.
A mãe das crianças, Clarice Cardoso, deve se reunir nesta quarta-feira (9) com representantes do Núcleo de Cooperação Internacional na sede da Polícia Federal, em São Luís.
Nathaly Moraes, advogada dos familiares das crianças desaparecidas desde janeiro deste ano, destacou a importância do apoio recebido recentemente pela Interpol e pelo Núcleo de Cooperação Internacional. Segundo ela, isso reacendeu as esperanças de localizar as crianças.
O consulado brasileiro também participa do processo investigativo para confirmar se alguma das vítimas resgatadas é brasileira.
Porém, o apoio da Interpol não confirma que as crianças tenham sido encotradas e também ainda não existe nenhum indício que Ágatha e Allan estejam entre as crianças resgatadas na operação dos EUA.
Os irmãos estão desaparecidos desde 4 de jaeiro de 2026, após sumiram na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, a 250 km de São Luís.
Ao longo dos últimos oito meses, o caso mobilizou forças de segurança, voluntários e representantes do Congresso Nacional.
Um primo de Ágatha e Allan chegou a ser encontrado após o desaparecimento. Porém, o menino, de 8 anos, não soube dar informações do que aconteceu com os primos mais novos.
