Amazonas define oito deputados federais para a Câmara dos Deputados

Sargento Salazar foi o mais votado; cinco dos eleitos foram reeleitos e apenas uma mulher estará na bancada amazonense

MANAUS (AM) – O Amazonas definiu neste domingo (4) os oito deputados federais que vão representar o Estado na Câmara dos Deputados a partir de 2027. Com 100% das urnas apuradas, Sargento Salazar (PL) foi o candidato mais votado, com 212.948 votos.

Na sequência aparecem Sidney Leite (PSD), com 138.498 votos; Adail Filho (MDB), com 137.148; Fausto Jr (União Brasil), com 122.197; e Amom Mandel (Republicanos), com 119.480 votos.

Completam a bancada eleita Saullo Vianna (MDB), que recebeu 91.726 votos; Joana Darc (União Brasil), com 85.461; e Alfredo Nascimento (PL), com 59.271 votos.

Confira os oito eleitos

  1. Sargento Salazar (PL) – 212.948 votos
  2. Sidney Leite (PSD) – 138.498 votos
  3. Adail Filho (MDB) – 137.148 votos
  4. Fausto Jr (União Brasil) – 122.197 votos
  5. Amom Mandel (Republicanos) – 119.480 votos
  6. Saullo Vianna (MDB) – 91.726 votos
  7. Joana Darc (União Brasil) – 85.461 votos
  8. Alfredo Nascimento (PL) – 59.271 votos

Cinco deputados foram reeleitos

Dos oito nomes que conquistaram uma cadeira, cinco já exerciam mandato na Câmara e foram reeleitos: Sidney Leite, Adail Filho, Fausto Jr, Amom Mandel e Saullo Vianna. Já Sargento Salazar, Joana Darc e Alfredo Nascimento completam a bancada que assumirá em 2027.

A nova bancada será formada por representantes de cinco partidos: PL elegeu dois deputados, MDB também ficou com duas cadeiras, enquanto União Brasil, PSD e Republicanos elegeram um nome cada.

Apenas uma mulher entre os oito eleitos

A composição eleita também chama atenção pela representação feminina. Joana Darc, do União Brasil, é a única mulher entre os oito deputados federais eleitos pelo Amazonas para a próxima legislatura.

Os parlamentares eleitos tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027 e terão mandato de quatro anos na Câmara dos Deputados. A eleição para deputado federal segue o sistema proporcional, no qual a distribuição das cadeiras considera a votação dos partidos e federações, além do desempenho individual dos candidatos.

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